SINTRACON-SP
  • A HISTÓRIA DO SINTRACON-SP
  • Fundado no dia 16 de junho de 1936, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo, surgiu para que o trabalhador das edificações começasse a ter alguma representação mediante a tantos acidentes fatais, falta de equipamentos de segurança e outras calamidades no ambiente de trabalho. De acordo com relatos antigos, a sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção teria se instalado em vários pontos da Capital paulista: Rua Florêncio de Abreu, Rua Tabatinguera, Rua das Carmelitas e Rua da Glória. A história demonstra que os funcionários da Construção Civil da Light deram início aos primeiros passos daquela que viria a ser uma das maiores categorias do nosso País. Eles foram responsáveis diretos pela instituição da primeira Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, a CIPA. O motivo? Fazer frente ao grande número de vítimas fatais das megaconstruções das usinas hidrelétricas, que, aliás, não foram oficialmente registradas. Quem usa hoje crachá de identificação, comum a toda e qualquer organização, não sabe. Mas o crachá foi criado para identificar corpos esfacelados nos constantes desmoronamentos, especialmente durante a construção da parte subterrânea de Henry Borden, feita nas rochas da Serra do Mar para escapar da destruição que acompanha as guerras. Foi um percurso longo, duro, de muita luta, até que o nosso Sindicato, já oficialmente reconhecido pelo governo, passasse a ter, em 1946, a sua sede própria na Rua Conde de Sarzedas, número 304, durante a gestão do saudoso Pedro Pereira do Nascimento. Após o golpe militar, o Sindicato da Construção implantou ambulatórios médicos e odontológicos, construiu um prédio grande, com arquitetura arrojada e, 14 anos depois, teve as obras de sua Colônia de Férias, em Itanhaém, concluídas. Ao assumir a presidência do Sindicato, Antonio de Sousa Ramalho, o Ramalho da Construção, a categoria experimentou grandes avanços. Com mobilização e o amadurecimento político, fez frente aos patrões, impondo suas reivindicações mais e mais. Exceto nos últimos dois anos, quando a crise que afeta o nosso País estourou, sucateando a indústria da Construção Civil, conseguiu, nos 12 anos anteriores, consecutivos aumentos reais para a categoria. Os benefícios, que representam salário indireto, também se sucederam, entre eles, o café da manhã, o lanche da tarde, o cartão Amigo do Trabalhador, a disponibilidade de duas mudas de uniformes, vale-alimentação, vale-refeição, participação nos lucros ou resultados das empresas e assim por diante. O grau de mobilização pode ser comprovado pelas greves que, liderados pelo Sintracon-SP, os trabalhadores fizeram ao longo das últimas décadas, amplamente vitoriosas.
     

     

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  • Industrias da Construção Civil de São Paulo
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