Assessoria de Base do Sintracon-SP, garantiu pagamento aos trabalhadores da FAO

Trabalhadores da construtora FAO na Rua Duarte Azevedo n°460 em Santana estavam com seu vale adiantamento atrasado, até que um dos trabalhadores, preocupado com a situação de seus companheiros de obra, resolveu agir e tomar a frente para que seus direitos fossem cumpridos.
Seu nome é Sebastião Camilo, tem 62 anos e é natural da cidade de Ubá em Minas Gerais e há mais de 50 anos está aqui na capital.
A princípio ele entrou em contato com o RH da construtora no dia 1 (terça feira) cobrando alguma posição, o combinado era que até às 17 horas daquele mesmo dia alguém responsável pela administração fosse ao local para resolver a questão, entretanto ninguém apareceu.
Por este motivo, nosso sócio e companheiro mobilizou os trabalhadores daquele canteiro e juntos em, um ato de muita coragem, decidiram que no dia seguinte (quarta feira) não iriam trabalhar até que a situação fosse normalizada.
“Não podia deixar a situação daquela maneira, tínhamos que fazer alguma coisa, os patrões só se interessam pelo bolso deles, aí vão atrasando nosso pagamento e benefícios, não tivemos outra escolha a não ser parar, nossa voz precisava ser ouvida”, disse Sebastião.
Assim que os companheiros pararam, a equipe de base do Sindicato foi imediatamente ao local para apoiar e defender os trabalhadores no processo de negociação do pagamento. E mais uma vez o trabalho do Sintracon-SP foi eficiente provando que unido ao trabalhador a categoria é forte.
Além do vale adiantamento ter sido pago, a presença dos assessores também garantiu também o pagamento da primeira parcela do 13° aos trabalhadores.
“Não tenho como agradecer ao Sintracon-SP pelo que ele fez por nós, estávamos com nosso vale atrasado, tínhamos um pouco de receio de ficar sem nossos direitos, mas só dos assessores terem ido lá e nos orientado, isso também permitiu que nosso 13° fosse adiantado, unidos somos mais fortes”, salientou nosso sócio..
Sebastião ainda ressaltou a importância de ser sócio e estar unido ao Sindicato na luta pelos direitos de quem luta dia a dia nos canteiros de obra.
“Eu não tenho medo de patrão, não tenho medo de ser demitido, mas se for pra ser dispensado, que seja pago todos os meus direitos”, declarou ele.

Data da entrevista: 04/12/2015

 

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