Centrais marcam paralisação nacional para 28 de abril

As Centrais Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, CUT, CSP-Conlutas, Intersindical e CGTB se reuniram nesta segunda-feira, 27, para definir o caminho das lutas contra as reformas reivindicadas pelo Governo Federal.
 
A decisão mais importante tomada na reunião, no entanto, foi o acordo de paralisação nacional marcado para o dia 28 de abril. As paralisações serão seguidas de mobilizações e protestos dos sindicalistas, movimentos sociais e estudantes.
 
Para o presidente do Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo), Ramalho da Construção, esse é o papel das entidades sindicais.
 
“Como prometemos desde o início, não deixaremos de lutar pelos direitos dos trabalhadores. Sempre deixo claro em meus discursos que não gosto de fazer greves e paralisações. Contudo, se houver, de fato, necessidade, faremos sem problema algum. Esse é o trabalho dos sindicalistas”, enfatiza Ramalho.
 
Transporte
 
Os trabalhadores do setor de transportes farão, no dia 6 de abril, uma assembleia para definir o trâmite da paralisação nacional. O Sindicato dos Metroviários de São Paulo se colocou a disposição para contribuir, diretamente, com as ações sindicais contra as reformas do Governo Federal, como aconteceu no dia 15 de março, onde a maioria das linhas do metrô de São Paulo não funcionou durante 24 horas. 

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