Centrais reafirmam unidade na luta em defesa dos direitos

As centrais sindicais se reuniram no último 13 de julho, na sede da Nova Central, para analisar o atual cenário econômico e político, reafirmando a unidade em torno da defesa dos direitos da classe trabalhadora.
 
Em nota, as centrais reiteraram sua oposição à proposta de reforma trabalhista sancionada pelo presidente da República, Michel Temer.
 
No texto, as lideranças sindicais definem a decisão como injusta e cruel, que “não só acaba com direitos consagrados, como também impõe à classe trabalhadora uma realidade de precarização:
 
. Jornadas de trabalho de 12 por 36 horas;
 
. Exposição das mulheres gestantes e lactantes a ambiente de risco;
 
. Trabalho intermitente de forma indiscriminada;
 
. Fracionamento do direito de férias, antes integral e de 30 dias; entre muitas outras perdas.
 
Movimento Sindical
 
Os sindicalistas alertam que a reforma também ataca frontalmente o movimento sindical, quebrando a espinha dorsal dos sindicatos, trincheiras de resistência que, ao longo de décadas, contribuíram para a construção de nossa democracia.
 
Finalizando o texto, as centrais reafirmam a unidade e a luta em defesa da classe trabalhadora.
 
“Seguiremos mobilizados em defesa da democracia, da soberania, da nação e dos direitos do nosso povo”, conclui a nota assinada por:
 
Antonio Neto, presidente da CSB -Central dos Sindicatos Brasileiros
 
Adilson Araujo, presidente da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
 
Vagner Freitas, presidente da CUT -Central Única dos Trabalhadores
 
João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical
 
José Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical
 
Ricardo Patah, presidente da UGT -União Geral dos Trabalhadores”

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