Com sucesso, Sindicato realiza seu VI ENEC

No último dia 5 de agosto foi realizado, pelo nosso Sindicato, o Sintracon-SP, o VI ENEC (Encontro Estadual de Cipeiros), que aconteceu nas dependências do Expo Center Norte (Pavilhão Verde), na Capital paulista.
O evento contou com a presença de diversos técnicos e lideranças empresariais e sindicais, como Armando Henrique -presidente do Fenstest; Marcos Ribeiro -presidente do Sintesp; Dr. Alexandre Gosmon; Dra. Adriana Ramalho (advogada); Regina Ramalho -presidente da Anginer; Marcelo Gosme -secretário Geral do Sindicato da Construção Civil de Ribeirão Preto e Carlos Miranda, da mesma entidade.
A palestra, escolhida pelos organizadores, foi ministrada por José Antonio da Silva, tendo, como pauta, o tema “Prevenção: Compromisso com a vida”.
O palestrante comentou sobre os níveis de acidentes de trabalho, alertando que 48% deles acontecem pelo fato das pessoas e instituições não seguirem os procedimentos básicos de segurança.
“Outros 20% ocorrem por não se enxergar riscos devido à rotina do ritmo de trabalho. É importante que o trabalhador siga as normas e jamais execute suas atividades caso haja dúvidas e incertezas. Convém ressaltar que a empresa deve treinar o trabalhador. Orientar e prevenir sempre é a arma para se evitar acidentes, por vezes fatais, nos canteiros de obras”, argumentou José Antonio.
Marcos Caetano, diretor do Projeta Ocupacional de Ilhéus, Bahia, parabenizou o nosso Sindicato pela efetivação do VI ENEC.
“O Ramalho da Construção é uma pessoa comprometida com a classe trabalhadora e principalmente com a segurança e a vida dos trabalhadores”, afiançou.
Já o presidente do Sintracon-SP, Ramalho da Construção, falou da importância da prevenção dos acidentes no local de trabalho. Ele citou diversos exemplos colhidos ao longo de sua atividade como servente de obras e enfatizou:
“O avanço na segurança é uma luta que tem pautado minha vida sindical e política”.
Ramalho destacou que o setor da Construção Civil é, ainda, um dos que mais mata no Brasil.
“O ambiente, num canteiro de obras, é hostil, cercado de perigos constantes, exigindo atenção redobrada e preventiva”, concluiu.
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