Falta de credibilidade em Dilma traz pessimismo ao povo brasileiro

O Brasil vive uma crise. E esta crise, mais do que econômica e política, é de ordem moral.

O brasileiro liga a tevê, ou abre um jornal e, sobre ele, vem uma enxurrada de notícias sobre corrupção.

O governo petista de Dilma Roussef é a corda que puxa o comboio de tanto escândalo.

O PT, para se manter no poder a qualquer custo, fez de tudo muito.

E cá está o nosso País, desacreditado, com desemprego em galopante alta e inflação também.

Ora, sem um pingo de credibilidade governo algum é capaz de tomar um simples copo d’água sem ficar sob suspeita da sociedade.

Faço esse preâmbulo todo para analisar o levantamento inédito realizado pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e a TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

Segundo a pesquisa, feita num universo de mil pessoas, 66% dos consumidores revelaram que acreditam numa piora da situação do País, assim como a oferta de crédito (68%), consumo das famílias (72%) e taxa de juros (82%).

Diante de tais percentuais, qualquer paralelepípedo de boca de mato ou zebra de zoológico haveriam de exclamar: “O brasileiro não acredita no Brasil”.

De fato. Quando questionados se Dilma conseguirá resolver certas prioridades, os indicativos demonstram um pessimismo que beira o masoquismo.

Apenas 11%, que devem ter entregado esta situação de coisas a Deus, demonstram que ela terá êxito no combate à inflação e 6% em uma reforma política.

O que mais incomoda nas respostas é o tema emprego, pois 36% dos ouvidos se pronunciaram como desempregados.

A esmagadora maioria se sente insegura quanto à manutenção de seu posto de trabalho.

É aquela história. Toca o telefone é o trabalhador logo pensa que está demitido.

Dá para se viver assim?

Ramalho da Construção
Sindicalista e Deputado estadual pelo PSDB-SP

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