Fortalecer a prática esportiva enquanto cidadania!

O esporte é importante arma propulsora de saúde, lazer, educação, cultura e, principalmente, de inserção social.
O Brasil nunca teve uma política efetivamente destinada ao desenvolvimento sustentável do esporte.
Penso que, com sua prática permanente, a sociedade brasileira ganharia muito.
Certamente, o índice de doenças cairia de forma sensível.
Penso que o segredo está nas escolas, em especial as públicas.
O estabelecimento de ensino é um verdadeiro celeiro de talentos que, inclusive, poderiam despontar no cenário nacional e internacional.
Há que se plantar para colher. E isso leva tempo e muito trabalho.
O problema é que, quando precisa haver cortes orçamentários em entidades públicas ou privadas, o esporte é o primeiro a ser descartado.
Vêm aí os Jogos do Rio 2016. E o governo exige colher o que não semeou em forma de medalhas, como se da noite para o dia o Brasil pudesse se transformar numa potência olímpica.
No esporte está um exemplo de desprezo para com a cidadania brasileira.
E esse desprezo vem de várias e várias gerações de políticos e administradores. Não é de hoje, não.
Eu sempre fui um entusiasta do esporte. Faço academia. Valorizo muito os profissionais de educação física.
Como corintiano fanático, o futebol me desperta paixão. Mas a modalidade olímpica que mais gosto é o atletismo.
Sim, pois o atletismo lida com movimentos básicos do ser humano, como andar, correr, saltar, lançar e arremessar.
É certo. Como a Copa do Mundo de 2014, os Jogos do Rio drenaram recursos do erário de forma escusa.
Saiu dinheiro pelo ladrão, literalmente.
Mas aqui, nesse bate-papo, decidi abordar a importância do esporte, que é fundamental.
Sem uma política fortalecida nessa área, o Brasil não cruza reta final em primeiro lugar não.
                                            
Ramalho da Construção
Sindicalista e deputado estadual pelo PSDB-SP
 

 

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