Haddad fecha agências de emprego

Responda rápido: Qual é a maior preocupação do brasileiro nos dias de hoje?

Penso que a resposta deverá estar próxima da unanimidade, ou seja, o desemprego.
Ora, todo mundo sabe da crise pela qual passa o nosso País. Crise, aliás, recheada de escândalos, de roubalheiras, de assalto ao erário, de poder pelo poder.
Pois bem. No auge da falta de emprego, o que faz o ilustre prefeito de São Paulo, Fernando Haddad? Simplesmente decide fechar 12 postos de atendimento ao trabalhador, que busca se cadastrar para uma vaga no mercado, ganhar seu salário e, assim, garantir o leite do caçula.
Como se sabe, Haddad é um filósofo. Chega, segundo intelectuais a ele próximos, a filosofar em alemão.
Mas toda essa capacidade não é suficiente para que o moço entenda o motivo pelo qual é eleito, em pesquisas sucessivas, como o pior prefeito do Brasil.
Em Haddad podemos ver que o excesso de cultura pode ferir o óbvio. E ele é incapaz de enxergar o óbvio.
Entre os postos fechados, relata o jornal Agora, estão os da Mooca, Casa Verde, Sé, Vila Mariana e Pinheiros. Bairros, como sabemos, pouco populosos…
Segundo relato de trabalhadores, quem chega aos postos está sendo orientado a procurar a unidade mais próxima, cujo deslocamento nem sempre é facilitado pelas longas distâncias e pela necessidade de usar o transporte público.
Reclama, o garoto Haddad da falta de repasses de verba por parte do Governo Federal. E eu com a Light? Responderia o povo paulistano. Dê um jeito prefeito. Para isso o elegemos.
Mas Fernando Haddad é um poço de contrassenso. Durante o rigoroso frio da Capital paulista, tirou cobertor de pobre.
Sim. Causou um choque muito grande o fato do prefeito estar consciente da ação da Guarda Civil Metropolitana, de retirar os cobertores para, segundo a mídia, “não deixar favelizar praças públicas”.
Adorado pelos jovens universitários, com quem costuma filosofar e encher o caco na Vila Madalena, Fernando Haddad não é assim tão popular na periferia, que jurou defender.
As eleições para prefeito estão próximas. Vamos ver como, nas urnas, o povo avalia o filosófico governo de Haddad.

Ramalho da Construção
Sindicalista e deputado estadual pelo PSDB-SP

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