Indicativos da construção atingem maior nível em 7 anos

Artigo: Ramalho da Construção 

Espera-se que 2020 seja um bom ano para a construção civil. Afinal, no final de 2019, o setor atingiu seu maior nível de investimentos em sete anos. O levantamento que desembocou no positivo resultado, foi realizado pela Confederação Nacional da Indústria, na primeira quinzena de novembro último, junto a 483 indústrias do ramo.

Segundo a CNI, o índice de nível de atividade do setor alcançou 49,9 pontos, valor semelhante ao registrado no fim de 2012. Já o índice de número de empregados ficou em 48,5 pontos, também o maior valor desde outubro de 2012.

Isso se deve, claramente, à inflação controlada e à sucessiva baixa na taxa de juros. Os empresários, assim, ficaram mais otimistas. Passaram a investir e a assumir riscos.

Os números da economia, de certa forma, freiam a ciranda financeira. Tanto a Poupança quanto outros fundos de investimento estão rendendo pouco ou quase nada. A aquisição de imóveis passou a ser atrativa ao público consumidor, consolidando a tendência de crescimento do setor.

Sempre alertamos que o melhor caminho para o desenvolvimento do País, com geração de empregos, renda e empregabilidade, passava pela Construção. Pois bem, no atual quadro, o nível de atividade está 2,2 pontos maior. E o de emprego, 3,6% acima de outubro de 2018.

À categoria dos trabalhadores é fundamental o fim da ociosidade verificada nos últimos anos. A CNI aponta que, desde maio de 2018 isso tem sido registrado. Parece que estamos passando a um outro patamar, mais confortável. É aguardar.

Ramalho da Construção

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo

Indicativos da construção atingem maior nível em 7 anos

Artigo: Ramalho da Construção 

Espera-se que 2020 seja um bom ano para a construção civil. Afinal, no final de 2019, o setor atingiu seu maior nível de investimentos em sete anos. O levantamento que desembocou no positivo resultado, foi realizado pela Confederação Nacional da Indústria, na primeira quinzena de novembro último, junto a 483 indústrias do ramo.

Segundo a CNI, o índice de nível de atividade do setor alcançou 49,9 pontos, valor semelhante ao registrado no fim de 2012. Já o índice de número de empregados ficou em 48,5 pontos, também o maior valor desde outubro de 2012.

Isso se deve, claramente, à inflação controlada e à sucessiva baixa na taxa de juros. Os empresários, assim, ficaram mais otimistas. Passaram a investir e a assumir riscos.

Os números da economia, de certa forma, freiam a ciranda financeira. Tanto a Poupança quanto outros fundos de investimento estão rendendo pouco ou quase nada. A aquisição de imóveis passou a ser atrativa ao público consumidor, consolidando a tendência de crescimento do setor.

Sempre alertamos que o melhor caminho para o desenvolvimento do País, com geração de empregos, renda e empregabilidade, passava pela Construção. Pois bem, no atual quadro, o nível de atividade está 2,2 pontos maior. E o de emprego, 3,6% acima de outubro de 2018.

À categoria dos trabalhadores é fundamental o fim da ociosidade verificada nos últimos anos. A CNI aponta que, desde maio de 2018 isso tem sido registrado. Parece que estamos passando a um outro patamar, mais confortável. É aguardar.

Ramalho da Construção

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo

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