Política. A arte de servir ao próximo!

10-01-2017 – Ramalho da Construção
 
Antes de ser sindicalista e também por parte do tempo que fui, não tinha bons olhos para a política. 
 
Como expressiva parcela da população brasileira, sempre tratava com certa desconfiança quando as coisas eram encaminhadas para o ambiente político.
 
Meu olhar, de esguelha, mudou quando conheci Mario Covas. Estávamos negociando melhorias para os trabalhadores da Construção Civil e o andar da carruagem me levou a conhecê-lo. 
 
Covas era um estadista. Sabia falar a língua do cidadão comum. Entendia os problemas de forma rápida. E, antes de um sim ou de um não, aconselhava, dialogava, debatia determinadas conjunturas.
 
O encontro foi todo ele baseado em palavra e fio de barba. Conversa afiada, reta, sem rodeios. Saí com a exata noção de que, no meio político, havia sim gente preocupada com a sociedade, com o próximo.
 
Pois bem. Quando soube que o atual prefeito de São Paulo havia lançado um programa denominado “Mutirão Mario Covas”, fiquei esperançoso. 
 
João Doria estava demonstrando, na prática, que sua administração levaria em conta as ideias de Mario Covas.
 
No domingo, 8 de janeiro, ao lado de minha filha Adriana Ramalho, eleita vereadora por São Paulo, fui acompanhar de perto o lançamento do Mutirão lá no Itaim Paulista.
 
O programa, de evidente cunho cidadão, quer recuperar calçadas, integrando a população no processo. 
 
A região, aliás, foi escolhida para homenagear o ex-prefeito e ex-governador Mario Covas, que lá iniciou seu programa de mutirões de recuperação de guias e sarjetas.
 
O prefeito João Doria, acompanhado do vice-prefeito e secretário de Prefeituras Regionais Bruno Covas participou ativamente da ação. Pôs as mãos na massa, ajudando na colocação de guias, na retirada de entulhos e também plantando uma árvore no jardim da EMEI.
 
A essência é o exemplo. O prefeito, além de mostrar seu estilo de administrar, está dando referências a seu secretariado, servidores públicos e principalmente para a população.
 
“Além da limpeza, corte de mato, conservação do pavimento e instalação de guias rebaixadas para acessibilidade das calçadas, a Prefeitura fará, com a ajuda dos mutirões, um conjunto de ações dos equipamentos públicos ao redor, como operação cata-bagulho, conservação de áreas verdes e um trabalho de conscientização da população local sobre horários da coleta de lixo”, registrou a mídia.
 
“Queremos fazer uma parceria com a população e com a iniciativa privada. A Prefeitura entra com capacitação, a iniciativa privada entra com material e a população entra com a mão de obra. Dessa forma a gente quer envolver as pessoas a ajudarem a resolver o problema de calçadas na cidade de São Paulo”, explicou o vice-prefeito e secretário de Prefeituras Regionais Bruno Covas.
 
É isso. Nem bem começou e a administração peessedebista de Dória já diz a que veio, com sua noção avançada de democracia participativa. O Mutirão Mário Covas -Calçada Nova será realizado semanalmente, começando da periferia e indo para o centro. 
 
Ao menos na Capital paulista, 2017 promete ser um ano de restabelecimento da socialização e, também, da importância de todo cidadão participar efetivamente das ações do poder público. 
 
Ramalho da Construção
Sindicalista e deputado estadual pelo PSDB-SP
 

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