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Trabalho sem carteira e por conta própria batem recorde atrás de recorde

Artigo: Ramalho da Construção 

A esmagadora maioria dos postos de emprego preenchidos foram os informais, ou seja, com o profissional não tendo acesso a 13º salário, férias, FGTS pago pelos contratantes e para efeitos de aposentadoria, também.

Dados do IBGE apontam que o avanço da informalidade atingiu, ao longo do ano, nível recorde.

O número de empregados sem carteira de trabalho assinada atingiu o patamar sem precedentes de 11,9 milhões de pessoas, o que representa um crescimento anual de 2,4% (mais 280 mil pessoas).

A categoria por conta própria chegou a 24,4 milhões de pessoas, o que representa uma alta de 3,9% (mais 913 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2018.

O neoliberalismo, que se diz o futuro das relações entre o capital e o trabalho, na verdade retroagiu direitos do trabalhador ao século 19.

A justificativa do atraso, para Bolsonaro, é o de conseguir maior empregabilidade. Isso não está acontecendo, pois o melhor caminho seria investir na produção de riquezas e, assim, fazer girar a roda do crescimento, com mais desenvolvimento, empregos, melhor distribuição de renda e justiça social.

Bolsonaro já é, de longe, o exterminador do futuro da sociedade brasileira. Matematicamente comprovado, aliás.

 

Ramalho da Construção

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo

 

 

 

 

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