Três mil dirigentes definem estratégias da Força em Congresso

13/06/2017 -Assessoria de Imprensa
 
Mais de três mil dirigentes sindicais de diferentes categorias de todo o País participam do 8º Congresso da Força Sindical aberto no dia 12 de junho em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
 
O presidente do Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo), Ramalho da Construção, está presente no evento que, segundo ele, debaterá temas importantes, como as reformas trabalhista e previdenciária, além de medidas para impulsionar o desenvolvimento do País, reduzindo drasticamente o desemprego.
 
“O que estamos vivenciando no Congresso é o exercício pleno da democracia. Há opiniões das mais diversas. Algumas frontalmente opostas. Mas são diferenças que, ao fim do debate, enriquecerão as propostas que vamos todos abraçar”, opina Ramalho.
 
O presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, defendeu a atuação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, presente ao Congresso.
 
“Nogueira é um aliado dos trabalhadores. Ele está ajudando a escrever a Medida Provisória destinada a restituir os direitos dos trabalhadores, que serão retirados com a reforma trabalhista”, afiançou Paulinho.
 
Por sua vez, o ministro disse compreender a indignação das centrais trabalhistas e garantiu: o grito dos trabalhadores será ouvido!
 
João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força, lembrou que os ataques feitos aos trabalhadores pelos defensores das reformas foram debatidos desde fevereiro.
 
“Vamos continuar a nossa trajetória de fortalecer os trabalhadores desenvolvendo um trabalho conjunto com as demais centrais”, observou.
 
Miguel Torres, presidente da CNTM e vice da Força Sindical, destacou a garra da unidade nas lutas de resistência contra as reformas que tiram direitos da classe trabalhadora e defendeu a retomada do desenvolvimento.
 
Também estiveram presentes Sergio Nobre, secretário-geral da CUT; Canindé Pegado, secretário-geral da UGT, e Adilson Araújo, presidente da CTB.
 
Maria Auxiliadora dos Santos, secretária nacional das Mulheres da Força, criticou as reformas e destacou que “as mulheres serão as mais prejudicadas”.
 
João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, declarou:
 
“Nesse momento difícil pelo qual o País atravessa, é importante os trabalhadores olharem quais caminhos devem seguir. Nós, da Força, devemos definir nossos rumos para manter os direitos dos trabalhadores”, concluiu Inocentini.
CONGRESSO 2
CONGRESSO 3
CONGRESSO 4

siga-nos