Uma Las Vegas nas quebradas do sertão

Uma Las Vegas nas quebradas do sertão

É bom que se deixe claro: a crise econômica e política pela qual o Brasil está passando é de inteira responsabilidade do PT e de Dilma Rousseff, que, em gula de Pantagruel pelo poder, gastou rios de dinheiro.
Agora que Inês é morta, o governo tenta equilibrar suas contas às custas do já sofrido povo brasileiro, aumentando impostos, robustecendo a inflação e causando desempregos, formais e informais.
Recentemente, veio a ideia de retorno dos bingos, como forma de arrecadar mais impostos.
Isso me lembrou de Las Vegas, localizada numa região das mais inóspitas dos Estados Unidos, num deserto de dar sede nos mais bem preparados camelos.
Nevada, onde Las Vegas se situa, havia liberado o jogo no fim da década de 1930. E tal fato acabou virando mote para transformar o árido solo de Vegas em algo produtivo.
Com efeito, a cidade, de cinco mil habitantes no início do século passado, passou, com seus cassinos e grande variedades de atrações, a 2 milhões na virada do ano 2000.
Vale ressaltar que, em 2005, um recorde de 38,6 milhões de pessoas visitou Vegas, e esse número aumenta à medida que novos e encantadores lugares são construídos.
A pergunta: Por que não idealizamos algo do gênero no Brasil? Sim, pois no nosso País o que não falta são regiões paupérrimas e inóspitas, especialmente nas regiões Nordeste e Norte.
Há, lógico, o firmado conceito de que jogo é trapaça. Mas e o governo, o que faz? Não trapaceia?
Pelo menos na Vegas brasileira seus frequentadores saberiam o que os espera.
Até onde sei, os Estados Unidos arrecadam US$ 17 bilhões de impostos em Nevada, ou seja, mais da metade do dinheiro correspondente ao rombo do orçamento da administração de Dilma Rousseff.
É de se pensar…

Ramalho da Construção
Sindicalista e deputado estadual

siga-nos